terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

EDUCAÇÃO NUTRICIONAL COMO FERRAMENTA DE TRABALHO PARA ESTAGIÁRIOS DE NUTRIÇÃO

Olá pessoal,

Trouxe hoje umas dicas bem legais que os meus estagiários desenvolveram durante o período em que ficaram comigo, trabalhando com alimentação escolar.
Dentro do estágio de Nutrição Social, eles puderam interagir com uma variedade enorme de faixa etária de crianças nas escolas em que eles ficaram locados.
Dentro o projeto a ser desenvolvido além do período dentro das cozinha das escolas acompanhando o desenvolvimento da alimentação, os trabalhos de boas práticas com as merendeiras, atividades com os pais e também os professores, eles desenvolveram ações focando esclarecer e promover uma alimentação mais saudável entre os alunos.
Dentro dessas atividades, tivemos jogos de sinais, jogo da memória, fantoches, pinturas e colagens de alimentos, certo e errado, peça de teatro, elaboração de pratos saudáveis, etc.

Trouxe umas imagens de algumas dessas etapas desenvolvidas no município em que trabalho.
Essa minha postagem de hoje, vai especialmente aos meus estagiários, muito obrigada a todos.

São atividades que todos saimos ganhando, mas com certeza gente foram as crianças que mais gostaram.
Portanto, fica aqui a dica para vocês poderem desenvolver também e colher vários sorrisos como recompensa.


 


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

SEMANA DE NUTRIÇÃO - FALANDO DE ALIMENTAÇÃO PARA PEQUENOS CIDADÃOS


Olá pessoal,

Trago pra vocês uma dica muito bacana para quem gosta de educação nutricional.
A Semana de Nutrição foi maravilhosa, trabalhamos com os alunos do 9º ano.
A galerinha passou uma semana intensa de atividades na escola e finalizamos com a reunião de todos os trabalhos no Clube da cidade.
Trabalhamos com a pirâmide alimentar e alguns alimentos, onde divimos os alunos por grupos, no qual foram 9 escolas (3 representante de cada escola) e cada grupo ficou com um tipo de grupo alimentar. (Os grupos pesquisaram sobre óleos, leites e derivados, frutas, legumes, enlatados e embutidos...).
Todos os grupos pesquisaram  sobre a fonte, produção, importância na alimentação, saúde, vitaminas e minerais, enfim, sairam trabalhos maravilhosos.
A informação que todos trouxeram, a pesquisa, visitas técnicas que realizaram para trazer um bom conteúdo de informações foi o que mais me chamou atenção.
Eles interagiram um grupo com o outro, onde fizeram visitas em cada stande.
Indiquei uma comissão julgadora composta por professores, pedagogos e nutricionistas colegas de trabalho, dai todos apontaram os quisitos como: pesquisa, criatividade, conhecimento do conteúdo explicado, aplicando notas que ao serem somadas premiou a escola (os alunos) que mais se destacaram.
Foi uma experiência maravilhosa...
Gente, vale a pena criar essa forma de atividade com alunos dessa faixa etária (fundamental II), eles realmente se envolvem e faz o projeto realmente valer a pena, fica aqui a dica de um belo trabalho com uma galerinha bacana.

Acredito que não é só passar o conhecimento é fazer eles se envolverem com a prática, eles adorammm, fica aqui a dica.

O que vocês acharam???

Beijo grande e até a próxima.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

EDUCAÇÃO ALIMENTAR - PAPEL IMPORTANTE NA FORMAÇÃO DE NOVOS HÁBITOS


Palestrinha de higiene pessoal.

A escola é um ambiente propício para auxiliar a nutrição dos alunos.
Um aluno bem nutrido, além da prevenção de doenças degenerativas, tem rendimento , desempenho físico e intelectual apropriados para sua faixa etária, além da redução da evasão escolar.
O nutricionista pode desempenhar o papel de educador em nutrição, além de administrador para promoção da saúde.
A iniciativa a educação nutricional no ambiente escolar e o nutricionista deve promover diálogos com alunos, pais e funcionários sobre a importância da alimentação saudável, além de práticas adequadas de higienização pessoal e ambiental, cuidados na preparação, distribuição e conservação de alimentos e questionamentos sobre crenças e tabus.
Portanto, a educação nutricional torna-se uma ferramente muito importante e arma contra a alimentação desregrada.
Formar novos hábitos torna-se possível com iniciativa, compromisso e consciência.

Educar como se alimentar também é um ato de amor.




sábado, 5 de novembro de 2011

O TEATRO COMO FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO NUTRICIONAL

O Teatro é uma forte ferramenta para a Educação Nutricional.
Através de roteiros elaborados a partir de um projeto bem elaborado, faz com que se prenda atenção das crianças e de todos que vêem na atuação o assunto abordado, sendo muito mais fácil a transmissão do que se quer passar ao público.
O grupo Inter'art é um grande parceiro nos trabalhos de Educação Nutricional desenvolvidos no Município onde trabalho, são eles que encantam as plateias, principalmente as crianças que apreciam e interagem com a alegria da atuação deles.
Muito obrigada a todos.
Portanto, fica a dica para quem quer e gosta de Educação Nutricional - uma forma maravilhosa de transformar hábitos, conhecimento e interação.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

O QUE EU PRECISO SABER SOBRE ALERGIA ALIMENTAR

A alergia alimentar é uma reação indesejável que ocorre após a ingestão de determinados alimentos ou aditivos alimentares.
O termo hipersensibilidade alimentar (geralmente usado como sinônimo de alergia alimentar) pode ser definido como uma reação clínica adversa, reproduzível após a ingestão de alergenos (substâncias que desencadeiam a alergia) presentes nos alimentos, causados pela exposição a um estímulo em uma dose tolerada por pessoas normais.
A alergia alimentar sempre envolve um mecanismo imunológico, expressando-se através de sintomas muito diversos. A alergia alimentar é, simplificando ao máximo, uma resposta exagerada do organismo à determinada substância presente nos alimentos.

Reação Tóxica -
Causadas por ação de toxinas ou por agentes infectantes. Secundárias à ingestão de alimentos contaminados, costumam se apresentar agudamente com febre, vômitos e diarréia.

Reação Atóxica -
Intolerância alimentar (exemplo: intolerância à lactose (falta da enzima lactase que desdobra o açúcar lactose). Ela não é imunomediada).
Hipersensibilidade (alergia) é uma reação desencadeada por mecanismos imunológicos específicos, com resposta anormal ou exagerada a determinadas proteínas alimentares que podem ser mediadas por IgE (imunoglobulina E, proteína ligada a fatores de defesa) ou não.

As reações alimentares de causas alérgicas verdadeiras acometem 6-8% das crianças com menos de três anos de idade e 2-3% dos adultos. No entanto os pais acreditam que a incidência de alergia alimentar em seus filhos alcance 28 %.
Pacientes com outras doenças alérgicas apresentam uma maior incidência de alergia alimentar, por exemplo, 38 % das crianças com Dermatite Atópica têm de alergia alimentar e 5% das com asma.
Como Fatores temos:

Predisposição genética, (50 % dos pacientes com alergia alimentar possuem história familiar de alergia).
A capacidade de certos alimentos de produzir alergia.
permeabilidade do sistema digestivo.
falha dos mecanismos de defesa, ao nível do trato gastrintestinal
Entre os alimentos mais envolvidos encontramos: ovo, peixe, farinha de trigo, leite de vaca, soja e crustáceos. As reações graves (anafiláticas) estão, na maior parte das vezes, relacionadas à ingestão de crustáceos, leite de vaca, amendoim, e nozes.
As reações adversas aos conservantes, corantes e aditivos alimentares são raras, mas não devem ser menosprezadas.
A maior parte dos sintomas surge minutos a duas horas após a ingestão. Tanto a natureza da reação como seu tempo de início e duração são importantes para estabelecer o diagnóstico de alergia alimentar. As reações cutâneas (que envolvem a pele) mais comuns são: urticária, inchaço, coceira e eczema; do sistema digestivo: diarréia, dor abdominal, vômitos, do aparelho respiratório: tosse, rouquidão e chiado no peito. Em crianças pequenas, a perda de sangue nas fezes, pode ocasionar anemia e retardo do crescimento.
É uma reação grave, potencialmente fatal, de início súbito, que demanda socorro imediato. A anafilaxia (reação anafilática) é desencadeada pela liberação maciça de substâncias químicas que despertam um quadro grave de resposta generalizada. Remédios, picadas de insetos, alimentos, etc., podem ser os desencadeantes. Em situações excepcionais o alimento induz o aparecimento, de coceira generalizada, edema (inchaços), tosse, edema de glote, rouquidão, diarréia, dor na barriga, vômitos, aperto no peito com queda da pressão arterial, arritmias cardíacas e colapso vascular (“choque anafilático”).
Não existe, ainda um remédio para tratar especificamente a alergia alimentar. Os medicamentos são utilizados para o tratamento dos sintomas (crise).
Aproximadamente 85% das crianças perdem a sensibilidade à maioria dos alimentos (ovos, leite de vaca, trigo e soja) entre os 3-5 anos de idade.
É providência indispensável na criança de risco: estímulo ao aleitamento materno no primeiro ano de vida, introdução tardia dos alimentos sólidos potencialmente provocadores de alergia, após o 6º mês, o leite de vaca após 1 ano de idade, ovos aos 2 anos e amendoim, nozes e peixe somente após o 3º ano de vida.


Os cuidados são indispensáveis, portanto é preciso sempre a orientação de um profissional além do médico procure um nutricinista para orientação alimentar.

Fonte: ABC da saúde



 
 


Já planejou o seu ano? Já elaborou seus planos, metas e estabeleceu o foco necessário para começar a desenvolver aquele sonho, seja na ...